Em Cristo, morrer é viver!

Padre Ferdinando Capra costumava dizer: “Em Cristo, morrer é viver!”.

Com grande amor, educou-nos na fé, e nos deixou um precioso legado: o blog (https://comentariosbiblicospadrefernandocapra.blogspot.com/?m=0) e os vídeos do seu canal (https://www.youtube.com/@ferdinandocapra).

Hoje, confiamos sua alma à infinita misericórdia de Deus: dai-lhe, Senhor, o descanso eterno, e brilhe para ele a vossa luz.

“Disse-lhe Jesus: Eu sou a ressurreição e a vida. Aquele que crê em mim, ainda que esteja morto, viverá.” (Jo 11,25)

Minha solidariedade fraterna a todos os irmãos e irmãs da Paróquia São Paulo Apóstolo.

Rio de Janeiro, 12 de outubro de 2025.

Antonio Carlos Fernandes da Silva Filho

Pilares da Fé

O mundo nos envolve de tal maneira que muitas vezes nos impede de perceber o que é essencial. É precisamente por isso que a fé se revela como a maior graça concedida por Deus. Como nos recorda o próprio Cristo:

“Jesus lhe respondeu: Eu sou o Caminho, a Verdade e a Vida; ninguém vem ao Pai senão por mim” (Jo 14,6).

A nossa caminhada cristã se sustenta sobre dois pilares: o consolo diário que brota da misericórdia divina, que nos permite aceitar que somos constantemente perdoados por meio da confissão, e a esperança firme de que Cristo, ao vencer a morte, nos abriu para sempre as portas da vida eterna.

Precisamos ter fé de que nunca estamos sozinhos, pois o Deus muitas vezes esquecido, o Espírito Santo, sempre nos conduz e protege. A verdadeira transcendência com o Pai nasce dentro de nós, no mais íntimo de nossos corações. Por isso, tudo o que sentimos, inclusive as nossas cruzes, pode e deve ser ofertado a Deus como prova do nosso amor.

Como nos ensina o nosso amado Padre Capra, Jesus, com sua própria vida, nos mostrou que obedecer à vontade de Deus é o caminho seguro para a verdadeira glória: participar da vida eterna junto d’Ele.

Rio, 9 de agosto de 2025.

Antonio C. Fernandes S. F.

Aurora de Deus sobre o Rio

Nasce o clarão por trás do Corcovado,

Derrama o ouro santo sobre o mar.

As aves cantam, tudo quer louvar

O Criador de tudo o que é sagrado.


O céu se veste em tons de azul-dourado,

E a brisa toca a alma sem falar.

Na face há luz, no peito, o verbo: amar.

Bendita é a manhã que vem do Alto dado.


Agradecido, ergo os olhos ao Senhor:

“Obrigado, ó Pai, por mais um dia Teu,

Por este dom de ver tão grande esplendor.”


E enquanto o sol se ergue em céu sem véu,

Minha oração é puro e simples louvor:

“Glória a Ti, Deus vivo e justo, eterno e meu!”

O Cristo

Compartilho algumas reflexões de Luiz Paulo Horta, a fim de nos lembrarmos de quem é Nosso Senhor Jesus Cristo, nosso melhor Amigo e destino de todo o nosso amor e contemplação. Meus irmãos, reflitam! A quem vocês estão servindo?!

A vida na comunidade paroquial é para amar, contemplar e louvar, mas não se trata de lugar para se envolver em jogos de poder, afastar, isolar, humilhar, obter lucro etc. Devemos estar sempre vigilantes para nos defender dos lobos que insistem em estar entre nós. Isso não é algo novo, pois, desde o cristianismo primitivo, convivemos com esses focos de tumor em nossa comunidade. Nos conforta saber que o mal nunca vencerá!

Jesus é silencioso e compassivo. Nosso Senhor constantemente nos ensina a não chamar a atenção, não vestir roupas vistosas e não ser egoísta. Sigamos o exemplo do Cristo, de seu Amor pelos irmãos e pelo Pai. Ainda há tempo de alcançar nossa salvação e evitar nossa condenação. Reflitamos sobre os trechos abaixo, a fim de que o Espírito Santo nos fortaleça no caminho de sermos instrumentos do Bem e não do mal.

“Mas a presença do Cristo entre aquelas multidões compostas, a princípio, só de pessoas humildes, não é um rosário de milagres. Ele não faz milagre a qualquer hora, ou simplesmente porque alguém pede. Pelo contrário, em muitos casos ele esconde o milagre; manda que o beneficiário não conte a ninguém o que lhe aconteceu.” (2011:203)

“Jesus Cristo deixa os seus sinais, mas não aparece de modo estrondoso; como se quisesse dizer: ‘Eu não vou violar a sua liberdade com uma demonstração incontestável; quem tem olhos para ver, veja; quem tem ouvidos para ouvir, ouça.’” (2011:204)

“‘Bem-aventurados’ quer dizer ‘felizes’. O Cristo está dando uma receita de felicidade, não de tristeza. E que receita é essa? Que você terá acesso a todos os bens do mundo, que você vai ‘herdar a terra’, na medida em que abrir a mão crispada com que tentamos nos apossar de tudo, garantir tudo, ter poder sobre tudo. Nesse sentido é que o Evangelho […] significa uma revolução, porque inverte as prioridades do ‘mundo’. O que o Evangelho chama de ‘mundo’ […] é a rede de interesses que forja o dia a dia das sociedades, a luta pelo poder e pelo dinheiro, o desejo de dominar, de transformar o prazer individual em regra universal. São Francisco de Assis, mais do que ninguém, entendeu esta lição do Evangelho: se você abraça a verdadeira pobreza, longe de ter perdido tudo, na verdade ganhou o mundo inteiro, porque a sua alma se liberta.

[…] Por isso é que a primeira bem-aventurança se refere aos ‘pobres de espírito’ — aqueles que possuem as coisas como se não as possuíssem, que usufruem os bens deste mundo sem se deixarem aprisionar por eles, sem se tornarem escravos dos desejos, vassalos das paixões.

[…] Esta é a revolução do Cristo. E para seguir nessas águas temos que descobrir em nós uma nova criatura, soterrada sob séculos de conformismo e de egoísmo. Este é o caminho do Reino.

Impossível? Mas o Reino não é uma coisa estática, como explicou o próprio Cristo, em algumas de suas mais belas parábolas. Por exemplo: ‘O Reino dos Céus é comparável ao fermento que uma mulher toma e mistura em três medidas de farinha e faz fermentar toda a massa.’

O fermento na massa: assim já foi descrito, muitas vezes, o poder misterioso da Palavra.” (2011:209-211)

HORTA, Luiz Paulo. A Bíblia: Um Diário de Leitura. Rio de Janeiro: Zahar, 2011.

O silêncio do ofendido…

“A pior coisa para mim é eu ofender uma pessoa e não haver uma reação da outra parte.” Marcelo Araújo

No caminho da fé, somos constantemente chamados à conversão do coração. Quando ofendemos um irmão, mesmo sem intenção, ferimos a dignidade de um filho de Deus. E quando esse irmão permanece em silêncio, sem reação, somos confrontados com um espelho espiritual. O silêncio do ofendido reflete o vazio que nosso pecado provocou, não apenas no outro, mas também em nós.

Jesus nos ensinou que a reconciliação deve preceder qualquer oferta feita no altar (Mt 5,23-24). O silêncio de quem foi ferido, muitas vezes, é um grito mudo que clama por justiça, por acolhimento ou por um pedido sincero de perdão. Esse silêncio pode ser também uma cruz para quem sofre e para quem ofendeu, mas é, acima de tudo, um convite à humildade.

Se a falta de reação nos inquieta, é sinal de que ainda há amor em nosso coração. E o amor verdadeiro não se conforma com a ferida aberta, pois ele busca restaurar, pedir perdão, fazer as pazes. No silêncio do outro, Cristo nos fala. Nos chama à responsabilidade, à misericórdia, à coragem de ir ao encontro e dizer: “Perdoa-me, meu irmão. Ao te ofender, pequei contra Deus.”

Que o Espírito Santo nos conceda sabedoria para reconhecer nossas falhas, sensibilidade para perceber o sofrimento alheio e coragem para restaurar, com caridade, aquilo que foi rompido. Pois onde há reconciliação, ali está presente o Reino de Deus.

A Paz de Cristo e o Amor de Maria.

Antonio C Fernandes S F

A Última Homilia de Sexta-feira Santa de Fulton Sheen: Espectadores Ao Pé da Cruz

Escrito por Carol Lynn Miller | 19 de abril de 2019

Fonte: https://www.magiscenter.com/blog/fulton-sheens-last-good-friday-homily-spectators-on-and-about-the-cross?hs_amp=true

Em 1979, uma grande multidão se reuniu na Igreja de Santa Inês, em Nova York, para ouvir a sabedoria de Dom Fulton Sheen, naquela que seria a última homilia de Sexta-feira Santa que ele proferiu.

O tema escolhido por Dom Sheen foi: “Espectadores ao Pé da Cruz”. Ele dividiu os espectadores em três grupos:

1. Os espectadores indiferentes ou afastados da fé

2. Os espectadores da dor

3. Os espectadores do amor

E como isso se aplica a nós?

Em um momento de sua homilia, Dom Sheen declarou:

“Somos espectadores neste dia. Todos nós, em diferentes graus, somos espectadores.”

Nesta Sexta-feira Santa, ao revivermos a Paixão e Morte de Nosso Senhor, unimo-nos àquela multidão de espectadores.

Os Espectadores Indiferentes ou Afastados

São representados pelos quatro soldados que, sob a cruz, apenas observam. Eles não contemplam com reverência, mas foram encarregados de vigiar o corpo de Cristo, pois haviam sido avisados de que Ele poderia ressuscitar. Enquanto mantêm vigília, lançam sortes sobre Sua túnica.

A esses afastados da fé, Dom Sheen diz que, embora não creiam, ainda observam e pensam:

“Talvez Ele ressuscite. É melhor ficarmos por aqui.”

E completa:

“Vocês jogam dados, buscam pequenos prazeres aqui e ali, tentando esquecer que abandonaram a fé. Mas, ao mesmo tempo, a graça de Deus vos inquieta e vos perturba.”

Apesar do afastamento de Deus, Dom Sheen termina com uma mensagem de esperança:

Se os indiferentes e afastados simplesmente se deixarem conduzir ao confessionário, Deus os acolherá com misericórdia infinita.

Os Espectadores da Dor

Representados pelos dois ladrões crucificados, um à direita e outro à esquerda de Cristo. Eles simbolizam todos nós que sofremos com dores, angústias, preocupações mentais, tribulações e tristezas.

Dom Sheen expressa com beleza:

“É justo, portanto, que o Bom Senhor, ao olhar para a dor, nos deixasse uma lição.”

E qual lição nos deixou o Senhor?

Por meio do bom ladrão — aquele que se arrepende e diz:

“Senhor, lembra-Te de mim quando entrares no Teu Reino” — aprendemos que Deus nunca nos permite carregar um fardo maior do que podemos suportar.

Citando C.S. Lewis, que Dom Sheen também menciona:

“Deus sussurra em nossos prazeres, fala em nossa consciência, mas grita em nossas dores: a dor é o megafone de Deus para despertar um mundo surdo.”

Dom Sheen explica que os efeitos da dor são o oposto dos de uma pedra lançada na água: ao invés de se expandirem para fora, os círculos da dor recolhem-se para dentro, até que reste apenas a alma diante de Deus.

A dor, assim, pode ser um instrumento de união com o Senhor.

O bom ladrão compreendeu isso e nos mostra que a dor pode transformar-se em janela para a verdade de que nossa morada definitiva não está neste mundo marcado pelo sofrimento, mas no Reino que Cristo chama de Paraíso.

Os Espectadores do Amor

São representados por duas mulheres ao pé da cruz: Maria Santíssima, nossa Mãe, e Maria Madalena.

Essas duas mulheres encarnam dois tipos de amor:

• O amor de necessidade, que nasce de nossa imperfeição e carência

• O amor de doação, que nada deseja para si, mas tudo oferece

Dom Sheen explica que o amor de necessidade nasce de nossa condição limitada. Como criaturas, necessitamos de muitas coisas:

“Precisamos de alimento para o corpo, pensamento para a mente, música para os ouvidos, amigos para o coração. Tudo isso supre uma carência.”

Esse amor está relacionado ao amor erótico, entendido por Freud não como amor pela pessoa, mas desejo do prazer que ela proporciona.

Por outro lado, o amor de doação nada quer, nada exige. Apenas se entrega, se rende, se sacrifica.

Antes de sua conversão, Maria Madalena representava o amor de necessidade. Após seu encontro verdadeiro com Cristo, seu amor transforma-se em amor de doação — o mesmo amor de Nossa Senhora.

Ela já não buscava algo para si, mas desejava doar-se inteiramente ao Senhor.

E Nós? Também Somos Espectadores?

Como Dom Sheen afirmou:

“Somos espectadores neste dia. Todos nós, em diferentes graus, somos espectadores.”

A cada Sexta-feira Santa temos a oportunidade de nos unir aos que estavam ao pé da cruz há dois mil anos. Podemos reconhecer em nós traços de cada um desses grupos:

• Os indiferentes nos lembram que ninguém está fora do alcance da misericórdia divina.

• Os que sofrem nos mostram que Deus nos fala por meio da dor.

• Os que amam nos ensinam que o verdadeiro amor é aquele que se doa por inteiro.

Agradecemos a Dom Fulton Sheen por estas palavras de sabedoria neste tempo santo da Paixão do Senhor.

Êxodo 20 – Os mandamentos de Deus

Então Deus pronunciou todas estas palavras: “Eu sou o Senhor teu Deus, que te fez sair do Egito, da casa da servidão.
Não terás outros deuses diante de minha face.
Não farás para ti escultura, nem figura alguma do que está em cima, nos céus, ou embaixo, sobre a terra, ou nas águas, debaixo da terra. Não te prostrarás diante delas e não lhes prestarás culto. Eu sou o Senhor, teu Deus, um Deus zeloso que vingo a iniqüidade dos pais nos filhos, nos netos e nos bisnetos daqueles que me odeiam, mas uso de misericórdia até a milésima geração com aqueles que me amam e guardam os meus mandamentos.
Não pronunciarás o nome de Javé, teu Deus, em prova de falsidade, porque o Senhor não deixa impune aquele que pronuncia o seu nome em favor do erro.
Lembra-te de santificar o dia de sábado.
Trabalharás durante seis dias, e farás toda a tua obra. Mas no sétimo dia, que é um repouso em honra do Senhor, teu Deus, não farás trabalho algum, nem tu, nem teu filho, nem tua filha, nem teu servo, nem tua serva, nem teu animal, nem o estrangeiro que está dentro de teus muros. Porque em seis dias o Senhor fez o céu, a terra, o mar e tudo o que contêm, e repousou no sétimo dia; e por isso. o Senhor abençoou o dia de sábado e o consagrou.
Honra teu pai e tua mãe, para que teus dias se prolonguem sobre a terra que te dá o Senhor, teu Deus.
Não matarás.
Não cometerás adultério.
Não furtarás.
Não levantarás falso testemunho contra teu próximo.
Não cobiçarás a casa do teu próximo; não cobiçarás a mulher do teu próximo, nem seu escravo, nem sua escrava, nem seu boi, nem seu jumento, nem nada do que lhe pertence”.
Diante dos trovões, das chamas, da voz da trombeta e do monte que fumegava, o povo tremia e conservava-se à distância.
E disseram a Moisés: “Fala-nos tu mesmo, e te ouviremos; mas não nos fale Deus, para que não morramos”. Moisés respondeu-lhes: “Não temais, porque é para vos provar que Deus veio e para que o seu temor, sempre presente aos vossos olhos, vos preserve de pecar”. E o povo conservou-se à distância, enquanto Moisés se aproximava da nuvem onde se encontrava Deus.

Orações para antes da Confissão

Oração para antes da Confissão

Senhor, iluminai-me para me ver a mim próprio tal como Vós me vedes, e dai-me a graça de me arrepender verdadeira e efetivamente dos meus pecados. O Virgem Santíssima, ajudai-me a fazer uma boa confissão.

Oração para uma boa Confissão

Meu Deus, por causa dos meus pecados crucifiquei de novo o Vosso
Divino Filho e escarneci Dele. Por isto sou merecedor da Vossa cólera e expus-me ao fogo do Inferno. E como fui ingrato para convosco, meu Pai do Céu, que me criastes do nada, me redimistes pelo preciosíssimo sangue do Vosso Filho e me santificastes pelos Vossos santos Sacramentos e pelo Espírito Santo! Mas Vós poupastes-me pela Vossa misericórdia, para que eu pudesse fazer esta confissão. Recebei-me, pois, como Vosso filho pródigo e dai-me a graça de uma boa confissão, para que possa recomeçar a amar-Vos de todo o meu coração e de toda a minha alma, e para que possa, a partir de
agora, cumprir os Vossos Mandamentos e sofrer com paciência os castigos temporais que possam cair sobre mim. Espero, pela Vossa bondade e poder, obter a vida eterna no Paraíso. Por Jesus Cristo, Nosso Senhor. Amém.

Fonte: http://www.fatima.org/port/essentials/requests/pdf/exam_of_con_port.pdf

Orações para após a Confissão

Oração de reconhecimento e decisão

“Ó bondade, ó misericórdia infinita do meu Deus! Graças Vos rendo por me haverdes perdoado os meus pecados, e de novo os detesto de todo o meu coração.

Concedei-me a graça, meu Salvador, pela virtude do Sacramento da Penitência que acabo de receber, de não recair nestes pecados, e de levar de hoje em diante uma vida toda nova, sempre assistido pela vossa graça e perseverando no vosso amor até a hora da minha morte. Amém.”

Oração de ação de graças

“Pai Eterno, eu te agradeço e te louvo por tua bondade e misericórdia. Tu tiveste compaixão de mim, embora em minha confusão eu tenha me afastado de ti e até mesmo te ofendido. Com amor paternal, tu me recebeste de novo depois de tantas recaídas no pecado. E tu perdoaste minhas ofensas por meio do santo Sacramento da penitência. Bendito sejas Tu para sempre, ó meu Deus, bendita seja tua benevolência, tua infinita misericórdia! Nunca mais quero entristecer-te por ingratidão, por desobediência à tua santa vontade. Tudo o que sou, tudo o que tenho, tudo o que faço será consagrado ao teu serviço e à tua glória.”

Fonte: https://arquidiocesedebelem.com.br/a-oracao-a-base-do-cristianismo-2/

Oração para Comunhão Espiritual

Santo Afonso Maria de Ligório


Oh! Meu Jesus, eu creio 
que estás presente no Santíssimo Sacramento.
Amo-Vos sobre todas as coisas 
e minha alma suspira por Vós.
Mas como não posso receber-Vos agora, 
de maneira Sacramental, 
vinde ao menos espiritualmente ao meu coração. 
(pausa)
Abraço-me convosco, uno-me a Vós inteiramente.
Não permitais que eu me separe de Vós.
Oh Jesus, sumo bem e doce amor meu, 
vulnerai e inflamai o meu coração, 
a fim de que esteja abrasado 
em Vosso amor para sempre.
Amém.